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Moro aceita convite de Bolsonaro para ser ministro da Justiça

O juiz federal Sergio Moro vai ser o ministro da Justiça de Jair Bolsonaro. Ele deixou, às 10h45 desta quinta-feira (1), a casa de Jair sem dar entrevistas, mas soltou nota na sequência. A reunião, no condomínio na Barra da Tijuca, durou cerca de uma hora e meia. Paulo Guedes, anunciado ministro da Economia, foi embora no carro que levou Moro.

A agenda de Bolsonaro desta quinta inclui a visita dos embaixadores da Espanha e dos Estados Unidos, além de entrevista a emissoras católicas.

Moro desembarcou no Aeroporto Santos Dumont por volta das 7h30. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças.

Questionado sobre o que o motivou para o encontro com Bolsonaro, o juiz afirmou que o país precisa de uma agenda anticorrupção e anticrime organizado. "Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro", destacou Moro.

Durante o voo, ele chegou a dizer que ainda não há nada definido.

“Tô indo lá para conversar, não tem nada decidido. Ainda vai haver a conversa", afirmou o magistrado.

Durante a viagem, Moro também falou que considera prematuro temerem impacto negativo na Lava Jato caso aceite o cargo. "Acho surpreendente falar que não se deve nem conversar com um presidente que acabou de ser eleito por mais de 50 milhões de brasileiros", afirmou.

Perguntado sobre o fato de a defesa do ex-presidente Lula ter questionado o fato, ele apenas respondeu que "se houver alguma alegação, será decidido nos autos".

G1

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