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Cineasta explica como forjou ‘autópsia alien’ em vídeo dos anos 90

O homem responsável por um dos vídeos de autópsia de alien mais famoso do mundo revelou a verdade sobre a gravação: ele teve uma verba de US$ 54 mil para forjar o registro, posteriormente vendido por milhares de dólares para emissoras de TV de todo o mundo. A informação foi divulgada pelo site do jornal britânico The Sun, a partir de um depoimento de Spyros Melaris, cineasta responsável pela direção da obra.
O vídeo de 17 minutos veio à público em 1995, fingindo ser uma autópsia real de um alienígena que pilotava um disco voador caído na cidade de Roswell, no estado norte-americano do Novo México, no ano de 1974. Os efeitos de envelhecimento utilizados na gravação dão ares de documentário ao vídeo.
“Não foi uma tarefa fácil, o filme foi pensado em todos os seus detalhes, do figurino aos cenários”, disse o diretor, hoje com 56 anos. “Eu tive a sorte de ter acesso a equipamentos profissionais de filmagem e edição. Mais importante de tudo foi ter acesso a alguns profissionais muito talentosos”, contou Melaris, sem revelar a identidade de outros membros da equipe da produção.
De acordo com o cineasta, a gravação foi feita na casa de uma ex-namorada em Londres, utilizando bonecos e órgãos de animais mortos. O filme foi encomenda de Ray Santilli, empresário que disse ter achado o registro enquanto buscava por vídeo antigos de Elvis Presley em sebos do Novo México. Posteriormente, ele vendeu a gravação para vários canais de TV ao redor do mundo por milhares de dólares. Assista ao vídeo:
Revista Monet

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