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Esperança e Alagoa Grande devem reabrir maternidades para desafogar ISEA, diz MPPB

A promotora de Saúde do Ministério Público da Paraíba, Adriana Amorim, comentou sobre o caso de superlotação do ISEA durante entrevista nesta quarta-feira, 06.
Ela disse que a maternidade está nesta condição devido ao grande número de cidades que enviam as gestantes para o local, sendo que muitos deles não têm pactuação com o município de Campina Grande.
O Instituto é referência para mais de 100 municípios paraibanos, e recebe também pacientes de outros estados como Rio Grande do Norte e Pernambuco.
Segundo Adriana, a superlotação acaba acarretando vários problemas e forçando a maternidade a prestar um mal atendimento.
Ela ressaltou que uma parceria entre o Ministério Público da Paraíba com o Ministério Público Federal realizou audiências com representantes das cidades de Esperança e Alagoa Grande para que as maternidades destas voltem a funcionar e, dessa forma, desafogar o ISEA.
– Tivemos reuniões com esses municípios que tem pactuação com Campina Grande e os que não tem, para que eles optassem em reinstalar suas maternidades, onde a gestante pode ter seu bebê próximo à sua casa, ou destinassem as verbas para Campina Grande, porque eles recebem e não realizam. Municípios como Esperança e Alagoa Grande devem passar a ofertar esses serviços já em primeiro de fevereiro de 2018, pois recebem verbas há tempo – disse ela.
A informação é da Rádio Campina FM


Paraiba Online

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