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Lutador condenado por matar esposa asfixiada é preso em Campina Grande

O lutador Thiago Pereira Fernandes, mais conhecido como “Monstro”, foi preso nesta terça-feira (25) por policiais da Delegacia de Crimes contra a Pessoa de Campina Grande (Homicídios) em cumprimento a um mandado de prisão por condenação definitiva. Ele foi condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio qualificado da esposa, que foi morta por asfixia, em 2012. Segundo a delegada titular da Homicídios, Ellen Maria, ele recorreu até a última instância, mas todos os recursos foram negados.
A delegada explicou que o mandado foi expedido em 7 de abril. Desde quando tomou conhecimento, a Polícia Civil fez campanas, uma vez que a prisão tinha que ser feita de forma cuidadosa diante da profissão dele, que era lutador.
Ele foi encaminhado para a Central de Polícia de Campina Grande, onde vai aguardar pela audiência de custódia, a ser realizada na quarta-feira. Em seguida, uma vez que já houve a condenação definitiva, ele deve ser levado para a Penitenciária Máxima do Serrotão.
Thiago foi condenado a 17 anos pelo homicídio qualificado da esposa, Gabryelle Farias Alves.

Relembre o caso

O crime aconteceu em 12 de janeiro de 2012, no bairro das Malvinas, em Campina Grande. A jovem foi encontrada morta dentro do banheiro da casa do casal com uma corda no pescoço, indicando um provável suicídio. O lutador Thiago foi preso em flagrante no mesmo dia pela Polícia Civil, suspeito de ter assassinado a vítima e simulado o suicídio dela. O MP denunciou o acusado pelo crime de homicídio qualificado por asfixia.
Thiago Monstro foi condenado a 17 anos de prisão pelo homicídio qualificado da esposa Gabryelle Farias Alves, de 21 anos. De acordo com a denúncia do Ministério Público, o acusado teria estrangulado sua companheira, provocando ferimentos graves que provocaram a morte.
Segundo o TJPB, o laudo pericial apontou como indícios da causa da morte asfixia por constrição cervical e o acusado foi julgado e condenado em Júri Popular. A defesa recorreu alegando que a prova pericial é insuficiente para a comprovação da materialidade e autoria do homicídio.
G1PB

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